Solo vivo: como os microrganismos liberam fósforo e fortalecem a raiz
Parte do adubo fica presa no solo e a raiz fraca explora pouco. Bactérias benéficas ajudam a planta a aproveitar o que já está na área.
Um solo produtivo não depende só de química. Nele vivem fungos e bactérias que soltam nutrientes, protegem a raiz e ajudam a planta a enfrentar a falta de chuva. Quando essa vida é fraca, o produtor gasta com adubo e a planta não devolve o investimento.
O fósforo que fica preso
Grande parte do fósforo aplicado fica presa nas argilas do solo e não chega à planta. O resultado é desenvolvimento lento, raízes pobres e uma adubação cara que rende pouco.
As bactérias Bacillus subtilis e B. megaterium soltam esse fósforo e outros nutrientes retidos. Elas estão no Blend Phos, aplicado no sulco de plantio junto da adubação de base. Dose: de 0,35 a 0,5 L/ha via solo ou de 0,1 a 0,15 L/ha via semente.
Raiz forte desde o começo
Raiz curta explora pouco o solo, sofre mais no veranico e aproveita mal o adubo. Algumas bactérias produzem fitormônios que fazem a raiz crescer em volume e profundidade:
- Azospirillum, Pseudomonas fluorescens e Bacillus aryabhattai, no Blend Zea;
- quatro espécies de Bacillus no Blend Bac, que também protegem a raiz.
O Bacillus aryabhattai ainda ajuda a planta a se adaptar ao estresse hídrico. Com mais raiz, a lavoura busca água em camadas mais fundas.
Como acompanhar
- Faça análise de solo e foliar para ver se o fósforo está chegando à planta.
- Nas primeiras semanas, arranque plantas e avalie volume e profundidade das raízes.
- Observe a uniformidade do estande inicial.
Os biológicos de solo entram no plantio, via semente ou sulco. É ali que eles se instalam na raiz e começam a trabalhar desde o primeiro dia.
Na fazenda
Quem multiplica on farm encontra os mesmos microrganismos nos kits Megat, Arybat, Azosfarm e Pseufarm.
Veja as páginas de fósforo travado, raiz fraca e estresse hídrico.
A equipe técnica indica o produto e o manejo para o seu caso.



